No livro de Lucas 15.11-32 registra uma das histórias mais conhecidas da bíblia “A parábola do filho pródigo”, e nesse dia gostaria de lembrar o grande amor de Deus sobre a sua vida. Devido a grande diversidade que é oferecida a todas as pessoas: ter o que quiser, quando quiser, enfim, fazer o que quiser, leva a cada vez mais a pessoas em um curto tempo de prazer e a momentos que parecem eternos de sofrimentos, solidão, tristeza…

Não importa o que venha a ter praticado, ou esta praticando, o desejo de Deus se expressa dizendo: Pode voltar, pode voltar, sim!

O amor de Deus é incondicional, constante e fiel! Podemos não ser e não somos fieis a Ele, mas ele permanece fiel. E essa fidelidade se represente na atitude de lhe amar, acima de nossas falhas, as quais ele perdoa, graças a sua incalculável misericórdia.

Volte hoje, onde você está, curve a sua cabeça, eleve seus pensamentos à Deus e diga, quero voltar, quero voltar, e tenha a certeza Ele está dizendo Pode voltar sim!

Uma casa que era modesta. Fora construída junto à linha férrea, nos arrabaldes da cidade. No quintal, uma velha e frondosa árvore vira cada filho crescer. Servira de abrigo para a família. À sua sombra, todos descansavam. E quem passava, de trem, mesmo que não quisesse, notaria a presença majestosa daquela árvore.

Certo dia, um dos filhos, o mais velho, resolveu sair de casa. Queria conhecer o mundo, se ver livre da autoridade patena. Comunicou a decisão e, embora recebendo ponderações em contrário, em especial de sua mãe, partiu para a cidade grande, onde, pensava, viveria melhor, arranjaria emprego, namoraria, casaria, alcançaria sucesso… seria feliz.

Chegando ao destino escolhido, resolveu experimentar de tudo. Afinal, desejava aproveitar a vida, viver intensamente. Realmente, atingiu o seu objetivo. Ou pensava que o fazia. Passou noites em claro, bebeu, fumou e até experimentou drogas. Era um “barato”. Quando percebeu já estava viciado em “pico”.

O uso indiscriminado de agulhas e seringas, sem nenhum cuidado com a higiene, logo produziu os inevitáveis resultados. Começou a enfraquecer-se… estava doente…

O médico, após rigorosos exames, muito cauteloso, diagnosticou: Aids. A situação do jovem piorava a cada dia. Já não tinha onde ficar. Nem mesmo seus amigos de vício podiam ajudá-lo. Até porque muitos deles também estavam doentes… Ele precisava, urgentemente, de amparo. Mas, para onde ir ?

Não podia voltar para casa de seus pais. Desde que de lá saíra, e já eram decorridos seis anos, nunca mais voltara. Nem mesmo escrevera para os seus pais.. Nada sabia sobre sua família. A situação estava cada vez mais grave. Assim, não lhe restava outra alternativa. Tinha que voltar para casa. Uma interrogação, no entanto, vagava seu espírito. Seria recebido ? Apesar de tudo, resolveu voltar, mas não sem antes remeter um telegrama para seus pais :

“Estou voltando. Muito doente. Podendo receber-me, ponham um lenço branco na árvore”.

À medida que o trem deslizava sobre os trilhos, o coração do jovem ficava mais apreensivo. Dúvidas assaltavam a sua mente. Se não mais existisse a árvore ? Se o telegrama não tivesse chegado ? Se seus pais não quisessem recebê-lo ?

Tomou uma decisão : caso não haja nenhum lenço na árvore, não desço na estação, passo direto… e me atiro do trem em movimento, logo depois, pondo fim à vida.

Agora só faltava mais uma curva e depois dela poderia ver sua velha casa… o quintal… a árvore. Quase não podia respirar. Colocou a cabeça para o lado de fora do vagão e, então, viu a árvore… e nela não havia o esperado lenço branco…

Não havia lenço… mas sim um grande lençol branco, Ninguém deixaria de enxergá-lo.

Era uma linda mensagem de amor. Um grande lençol branco…

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