Certa vez, quando um dos anjos de Deus saía para iniciar mais um dia de ajuda aos filhos de Deus, escutou um choro sentido vindo de um campo.

Pensou tratar-se de algum ser humano, mas, ficou surpreso ao ver que quem chorava era uma árvore.

– Por que choras, dona árvore? perguntou-lhe o anjo.

– Choro porque mais um dia vai começar, e o meu sofrimento também.

– E o que a faz sofrer, minha amiga? Será, porventura, o calor do sol?

– Não, “seu” anjo, o sol me faz bem. O que me faz sofrer são as pessoas. Tanto as grandes quanto as pequenas. Elas jogam pedras em mim o dia inteiro. Não consigo entender, “seu” anjo. Eu faço de tudo para agradá-las, mas, elas continuam me maltratando. A árvore aí ao lado, ó, não produz nada, e ninguém maltrata ela. Mas, eu, que me esforço tanto para produzir frutos deliciosos, só levo cacetada. Por que será que elas não gostam de mim?

– Ah… então é isso. Você está enganada, dona árvore. As crianças gostam demais de você e dos seus frutos, por isso elas jogam pedras em você: é para pegar seus frutos.

– Será, “seu” anjo?

– Tenho certeza, minha amiga. Preste bem atenção, pois esta frase não é minha. É deles, dos próprios seres humanos, e é tão antiga quanto a própria humanidade. Sabe o que eles dizem sobre isso? Eles dizem o seguinte:


Alegre-se minha amiga, se estão jogando pedra em você, é porque você está produzindo alguma coisa boa.

Ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto.

“Melhor é sofrerdes fazendo o bem, se a vontade de Deus assim o quer, do que fazendo o mal.” – I Pedro 3.17

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