Um dia desse observando algo simples mais impactantemente, indo para o trabalho no meu trajeto tem um quadra de futebol de areia, observei que tinha uma senhora de aproximadamente 40 anos de idade, correndo e dando risadas, chegando mais perto comecei a observar um pouco mais o motivo.

Ela brincava com seu cachorro, ele pulava, latia, e demonstrava a sua felicidade e amor pela sua dona. No final da semana me atentei para algo que me fez pensar ainda mais. O objeto da brincadeira entres os amigos era exatamente aquilo que demonstrava a autoridade da dona, a coleira, sua cor era vermelha.

Parei para pensar, como pode? a alegria demonstrada dos dois era tamanha que motivava a minha vida, vendo que a brincadeira estava sendo um laço afetivo entre um ser humano e um animal.

A dona jogava a coleira e correia para longe no cachorro, ele ia correndo busca-lá e depois voltava correndo procurando sua dona para jogar novamente.

Ele poderia sair correndo, ser livre, estar liberto da prisão da coleira mas a mesma era o brinquedo que ligava a amizade entre ele e sua dona. Algo lindo e maravilhoso de se ver, um plena manhã desses dias via um alegria e felicidade verdadeira.

Resumindo…

Minhas “coleiras” da vida geram apenas a obrigação de ligação com o trabalho, amigos, família, devemos ser feliz simplesmente usando-as para demonstrar nosso amor e respeito.

Precisamos ter esse momento de apenas ser felizes e alegres com nossos, colegas de trabalhos, amigos de longa e curta data, e familiares, eles poderiam sair “correndo” da vida, da sua vida.

Mas estão sempre ao seu lado, eles e você merecem…

SEREM FELIZES!

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