Conta-nos uma história que “uma mãe, cujo filho estava condenado a morrer de leucemia, decidiu transformar o sonho dele em realidade. Aproximou-se de seu filho e lhe perguntou: “Billy, o que você gostaria de ser quando crescer?”. Ao quê o garoto respondeu: “Mamãe, eu sempre quis ser um bombeiro”.
Naquele dia ela foi ao corpo de bombeiros, explicou a situação de seu filho a um bombeiro que se mostrou muito bondoso, perguntando se ele (o filho dela) poderia dar uma volta no carro dos bombeiros. E o bombeiro disse: “PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO! Ele será bombeiro por um dia; ficará no quartel, comerá conosco e sairá conosco para atender às chamadas de incêndio. Arranjaremos um uniforme para ele, com chapéu, emblema, casaco e botas também”.
Billy acompanhou três chamados. Andou no caminhão pipa, na van dos paramédicos e no carro do chefe dos bombeiros, filmado pela televisão local. Com tanto amor e atenção Billy viveu três meses a mais do que o previsto.
Na noite em que ele estava morrendo, a enfermeira-chefe ligou para o chefe dos bombeiros e perguntou se ele poderia enviar algum bombeiro para lá naquele momento. Alguns minutos depois, não um, mas 16 bombeiros subiram até o quarto de Billy, o abraçaram e falaram o quanto o amavam. Num sopro, Billy perguntou: “Chefe, sou mesmo um bombeiro?” “Você é um dos melhores” – respondeu o chefe – E com estas palavras, Billy sorriu e fechou os olhos pela última vez”.
Esta é uma história verdadeira, e nos mostra a beleza de amar e servir sem qualquer interesse pessoal.
Não nos contentemos em servir ao próximo, demonstrar-lhe amor, o amor de Deus que está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado, fazendo apenas o mínimo. Servir fazendo o máximo deve ser o alvo daquele que tem fé em Jesus.

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